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Doce violação
Jamais pensei que o ato de alguém bisbilhotar conta bancária alheia seria suficiente para derrubar um ministro de Estado.
Particularmente, não ficaria nem um pouco indignado se a minha conta tivesse seu sigilo violado - apesar de saber que teria dificuldade em explicar o saldo sempre negativo.
Depois disso, todavia, mudei radicalmente de opinião. VIOLEM MINHA CONTA, PELAMORDEDEUS!
Escrito por Juliano
às 18h27
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cê-pê-i
Empresas de consultoria prestadoras de serviço às CPI’s engordaram o caixa em mais de cinco milhões de reais (do seu suado dinheirinho, como berra a histérica revista Veja). Não está na hora de uma CPI para investigar CPI’s?
Obviamente, sem consultoria. Caso contrário, é só convocar uma CPI para investigar a CPI que está investigando as CPI’s. E assim sucessivamente.
Escrito por Juliano
às 13h43
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Privatizando praças

Não entendi.
Link aqui.
Escrito por Juliano
às 13h32
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Profissionalização da Pilantragem
Outro dia, queriam plagear descaradamente a Dani.
Nascido nos ditados de português e aperfeiçoado nos exercícios de caça-palavras dos livros de Geografia e História, o plágio já foi uma coisa boa. Joãozinho acertava a questão se, necessariamente, respondesse, ipsis literis, a sentença correspondente no livro (dizem que ainda há casos assim, no Reino da Latvéria). Caso não acertasse, ora, havia ainda uma segunda chance: plagiava os rabiscos no quadro negro - escritos pelo professor (orgulhoso sabichão), ou por um aluno puxa-saco qualquer - quando da correção das atividades.
O que antes era um delito recorrente apenas na educação básica, aparece - e com impressionante força - em alguns programas de pós-graduação. Não é mais incomum casos de mestrandos serem descredenciados do programa por surrupiarem páginas alheias. No segundo maior encontro científico realizado no Brasil (em número de participantes), o Congresso Brasileiro de Geógrafos, houve, recentemente, um trabalho em que o único trabalho foi substituir os nomes da publicação original.
Tentar caminhos mais fáceis é tentador. Principalmente quando, por inépcia ou falta de tempo, são poucas as alternativas para escrever uma redação ou uma tese. Todavia, o futuro, ao que parece, será diferente. Absolutamente sem plágio.
Escrito por Juliano
às 20h14
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Mãe Diná, sócia
Queimei a língua muito cedo. Minha clarividência anda abaixo de zero (vide post do dia 14 de março). Depois da queda do Palocci e do arquivamento do 69º pedido de CPI para investigação da gestão Alckmin em São Paulo, relâmpagos, trovões e tempestades à vista. Salve-se quem puder.
Escrito por Juliano
às 12h48
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