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Salve a seleção...

A repartição já está assim: toda verde-amarela.
Resta-me, desde já, estar psicologicamente preparado para a ingrata tarefa de torcer pela seleção brasileira e, ao mesmo tempo, contra o Galvão Bueno.
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Véspera da Copa do Mundo de Futebol, em 1998, uma professora divagava em sala de aula sobre seu dilema: estava entre torcedora do Brasil e eleitora de Lula. Argumentava que a vitória do Brasil, seguida da presepada oficial, seria explorada eficientemente por FHC. Em miúdos, a vitória do Brasil significaria a manutenção do segundo mandato do Doutor Fernando.
Nessa lógica, ressentimento e decepção do torcedor relacionariam intimamente com ressentimento e decepção do eleitor, assim como o desempenho da seleção brasileira corresponderia ao resultado eleitoral do candidato da situação.
Errou feio. A complexa realidade nem fez conhecimento dessa curiosa relação. O Brasil, como se sabe, foi humilhado na final, mesmo destino da oposição lulista. E só pra contrariar, a edição seguinte da copa, Brasil conquistando o pentacampeonato, não foi suficiente para garantir a permanência do projeto tucano para o Brasil.
Enfim, uma teoria bocó.
Caso queira dar fé a algum tipo de relação desse naipe, as últimas duas copas oferecem elementos reveladores. Se o hexa vir, Lula sai. Se não, Chuchu ganha. Para o 'povo do poder', sorte no jogo, azar na eleição. Às apostas, manos.
Escrito por Juliano
às 19h12
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Simy, o retorno

Não se sabe se foi uma loucura (blogcídio?) ou um ato terrorista de uma célula estadunidense da Al Qaeda; não interessa. O importante é que ela está de volta.
E volta com um post bastante sugestivo, aliás.
Escrito por Juliano
às 18h59
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Apertem os cintos... A Simy sumiu.
Ou...
Procura-se Simy desesperadamente.
Escrito por Juliano
às 22h14
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(In)fidelidade
Marido Pela primeira vez, depois de seis anos, desconfiou da esposa. Já escutara diversos casos de traição virtual – muitos deles culminando com infidelidade no mundo real. "Será? Eu, trabalhando, e ela aqui, me traindo?" As provas estavam ali: uma dúzia de fotos do ‘outro’ recebida pelo MSN e arquivada no PC. Seria esse o salário de sua incondicional fidelidade?
Esposa Depois disso, nada mais lhe assustaria. Era uma evidência da impossibilidade de conhecer o outro, pensava. Essa paixão do marido por computador - regada por horas e horas frente ao monitor - estava explicada. As provas não mentiam: após seis anos de felicidade, descobre que o marido é gay. Ou o que justificaria a presença de uma dúzia de fotos de um rapaz desconhecido em poses provocantes no PC?
Cunhada Distante mais de cem léguas dali, a cunhada relembrava, languidamente, das peripécias realizadas nas férias, passadas na casa da irmã. Lá, via MSN, percebeu o quanto a tecnologia aproxima as pessoas. E sim – ele era lindo – como uma dúzia de fotos comprovava.
Escrito por Juliano
às 20h19
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