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Acabou, acabou, acabou...
Foi uma copa de pouco gols. A Fifa, preocupada, já pensa em mudar as regras. Tem gente falando em apenas dez jogadores, outros defendendo o aumento do tamanho do gol, outros indicando que o campo está grande demais.
Tudo isso para um problema simples: apresentação ruim de times retranqueiros e a presença firme de bons goleiros. Partindo desse ponto de vista, é uma incoerência propor mudanças de regras para um problema técnico.
Cá comigo, vejo uma saída: convocação dos goleiros nas seleções de base. Ou na seleção máster. Debaixo da trave, só quarentões ou adolescentes. Vai parecer uma partida de futsal...
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Em momentos após a derrota da Seleção Brasileira, vi funcionários de uma loja desfazendo-se dos enfeites verde-amarelos com um misto de ódio e revolta. Daí fico a pensar: o sentimento pátrio é submisso a qualidade do futebol?
Pelo menos, nessa circunstância, são poucos a se interessar em quebrar as cornetas em minha cabeça quando julgo o hino da Itália o mais bonito do mundo.
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Cheguei até a defender o Parreira timidamente em alguns blogs amigos – e enfaticamente em casa e no trabalho. E aí vem o Roberto Carlos dizer que o posicionamento da defesa era um arranjo tático. E aí vem a Globo mostrar várias cenas em partidas anteriores mostrando a mesma movimentação que culminou com o gol da França. E aí eu entro no coro: BURRO!
:)
Escrito por Juliano
às 10h13
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De novo

Escrito por Juliano
às 17h57
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O mundo é uma bola
O Ronaldo continua gordo. Fazer gols não emagrece, como o fofômeno gosta de repetir. Eu sou o exemplo vivo disso.
Ao contrário do que pode parecer, gosto do atacante. Ele pode fazer a diferença – mesmo tocando na bola lá de vez em quando - como já demonstrou nessa copa.
Estar gordo não o diminui. Desde que se mantenha mais ou menos como “El Pibe de Oro” gordito na Copa do Mundo do México, em 1986, preferencialmente.
De minha parte, quero que o Ronaldo continue gordo. E fazendo gols, muitos gols. Os gordos do mundo agradecem.
:)
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Nunca torci tanto para uma seleção estrangeira como hoje. Senti como se estivesse nascido ali, pelas ribanceiras do Tejo.
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E o Henry perdeu a chance de ficar calado. Dizer que os brasileiros são melhores porque não vão a escola...
Os analfabetos verde-amarelos poderiam forçá-los a contar até dez. Com quatro de Ronaldo, três de Ronaldinho, dois de Gilberto Silva, um do Juninho Pernambucano, outro do Rogério Ceni, esse no finalzinho do segundo tempo.
Escrito por Juliano
às 15h20
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